domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Ciclo





Caminho por entre espinhos, em cada andar.
Perco-me por entre passos curtos porém largos
Olho para o lado... Longe na distância que separa
A realidade ilusória construída por fragmentos de dor
E pedaços de sentimentos contraditórios.

Atravesso a tempestade de forma lenta e passiva
Meus olhos sangram ao enxergar,
O que não pode ser visto.
Perco os sentidos e a vida não mais é sentida,
Ela é expressa somente no instante vivido.

Dois caminhos se cruzam,
Duas estradas e um só pensamento,
A dúvida corrompe o caminhar,
Levando ao extremo da insanidade.

O que fazer se não há nada a ser feito?
O que mudar se a escolha não decide?
Esperar... Acordar.... Continuar a caminhar.....

2 comentários:

Livia Barreto disse...

Decidi postar novamente este poema, pois,ele representa o que eu vivo ultimamente.

Suzerlly Vanderley disse...

Ele representa bem o que estou vivendo também, Lívia!
Obrigada pelo comentário no blog. Volte sempre que der.
;)

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