domingo, 31 de janeiro de 2010





É insuportável o sentir.
Me exceder em medos e sensações vagas e incompreendidas
Como entender o que nem é sabido?
Existir em caos de ausência e urgências
Perder-se em encontrar o que não se pode perceber
A intensidade da falta
Somada a carência sufocada
Não dá pra compreender palavras em catarse
Palavras que fogem a normalidade
Que se perdem em utopias transformadas em peso
Subir sem descer... Enxergar sem ver.....
Perfurar o que está ferido sem receio da dor
Sem perder a frieza de um coração esmagado.

3 comentários:

Alexandre Terra disse...

mt bom o seu poema.......ta de parabens, vc tem talento com as palavras!

Victória Andressa disse...

Adorei o poema, muito bom. Parabéns pelo blog e pelas palavras, você escreve divinamente bem. Adoro poemas, ainda mais assim tão bem escritos.


Já estou linkando o seu blog também! O meu mudou de banner, troca ele aqui ok? Beijos flor.

http://tacadesabedoria.blogspot.com

Angelica Dickinson disse...

Gostei!

Boa semana pra ti!!

Beijos

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